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setembro 06, 2012

A Magia de Vale e Azevedo

Vale e Azevedo foi jantar a um restaurante de luxo, onde até os talheres eram de ouro.

De repente, Vale e Azevedo vê um cliente pegar em duas colheres de ouro e escondê-las no bolso.
Ficou chateado da vida por não ter tido a ideia primeiro e, para mostrar que ele sempre era o CHEFE de tudo, decidiu que também ia roubar duas colheres.
Vale e Azevedo pensou um pouco e, como exímio enganador, dissimulado e oportunista, perguntou ao empregado:
- Você quer que eu faça uma magia?
- Sim, senhor, respondeu o empregado.
- Bem, pegue nessas duas colheres de ouro e ponha-as no meu bolso.
O empregado assim fez. Pegou nas colheres e colocou-as no bolso de Vale e Azevedo.
- OK, senhor, e agora?
- Agora conta até 3 e, de seguida, vai tirá-las do bolso daquele cliente.

maio 18, 2011

Advogada é MESMO diferente de advogado...

Advogada é MESMO diferente de advogado...


Quando Eduardo, um jovem e promissor Advogado, descobriu que herdaria uma fortuna quando seu pai morresse devido a uma doença terminal, decidiu que era uma boa altura para encontrar uma mulher que fosse a sua companheira para a vida fácil que se avizinhava.

Assim, numa determinada noite, ele foi até o bar da Ordem dos Advogados, onde conheceu uma Advogada, a mais bonita que já tinha visto em toda a sua vida.

Sua extraordinária beleza, o porte elegante, o corpo curvilíneo, inteligência, a maneira de falar... deixaram-no sem respiração.

- Eu posso parecer um advogado comum - disse-lhe, enquanto iniciava o diálogo para a conquista da musa - mas, dentro de dois ou três meses, o meu pai vai morrer, e eu herdarei 20 milhões de euros.

Impressionada, a bela Advogada foi para casa com ele naquela noite.


Três dias depois, tornou-se sua madrasta!!

fevereiro 11, 2011

O Advogado Gaio

O Pereira era um alto funcionário da corte do Rei.

Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de beijar os voluptuosos seios da Rainha até se fartar.
Todas as vezes que tentou, deu-se mal.
Um dia revelou o seu desejo a Gaio, principal advogado da Corte e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo.
Gaio, depois de muito pensar e estudar o assunto - concordou, sob a condição de PEREIRA lhe pagar mil moedas de ouro.
Pereira aceitou o acordo, todavia, não formalizado por escrito.
No dia seguinte, Gaio preparou um líquido que causava comichões e derramou-o no soutien da Rainha, enquanto esta tomava banho.
Logo a comichão começou e aumentou de intensidade, deixando o Rei preocupado e a Rainha desesperada.
A Corte fazia consultas a médicos, quando Gaio disse que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria o mal.
Gaio também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca do Pereira.
O Rei ficou muito feliz e então chamou Pereira que, pelas quatro horas seguintes, se fartou de gozar, beijando à vontade as suculentas e deliciosas mamas da Rainha.
Lambendo, mordendo, apertando e passando a mão, ele fez finalmente o que sempre desejou.
Satisfeito, encontrou-se no dia seguinte com o advogado Gaio.
Com o seu desejo plenamente realizado e a sua libido satisfeita, Pereira recusou-se a pagar ao advogado Gaio. Pereira sabia que, naturalmente, Gaio nunca poderia contar o facto ao Rei.
Mas Pereira subestimou o advogado.
No dia seguinte, Gaio colocou o mesmo líquido nas cuecas do Rei e ....
 .....O Rei mandou chamar o Pereira......

dezembro 20, 2010

A Vaquinha Que Desapareceu

Um advogado importante foi chamado a um tribunal no Alentejo por conta dos caminhos-de-ferro. O caso consistia num compadre que tinha processado a companhia porque tinha perdido uma vaca numas terras atravessadas pela via férrea.
Antes do julgamento, o advogado chegou a acordo com o compadre, que aceitou uma indemnização de metade do valor que tinha pedido.
Antes de se ir embora, o advogado não resistiu a dizer ao compadre:
— Sabe, a verdade é que eu dificilmente podia ter ganho o caso ... É que no dia em que a sua vaca desapareceu o maquinista tinha adormecido na cabina e nem deu por nada...
Respondeu-lhe o compadre:
— Mas eu também não estava nada descansado! É que a minha vaquinha apareceu hoje de manhã...

dezembro 02, 2010

O Advogado e o Brinco

Um dia, no escritório de advocacia, um dos advogados reparou que o seu colega, muito conservador, tinha passado a usar um brinco. - Não sabia que gostavas desse tipo de coisas - comentou.
- Não é nada de especial, é só um brinco - replicou o colega.
- Há quanto tempo usas isso?
- Desde que a minha mulher o encontrou...no meu carro...na semana passada.

agosto 27, 2010

Arte de Advogar

Uma advogada andava em alta velocidade pela cidade com seu Tucson,  quando foi parada pelo guarda de trânsito:

Guarda: - A senhora estava além da velocidade permitida, por favor, a sua habilitação.
Advogada: - Está vencida.
Guarda: - O documento do carro.
Advogada: - O carro não é meu.
Guarda: - A senhora, por favor, abra o porta-luvas.
Advogada: - Não posso, tem um revólver aí que usei para roubar este carro.
Guarda (já bastante preocupado): Abra o porta-malas!
Advogada: - Nem pensar! na mala está o corpo da dona deste carro, que eu matei no assalto.
O guarda, vendo-se diante das circunstâncias , resolve chamar o Sargento.
Chegando ao local o Sargento dirige-se ao advogada:
Sargento: - Habilitação e documento do carro por favor!
Advogada: - Está aqui senhor, como vê o carro está no meu nome e a habilitação está regular.
Sargento: - Abra o porta-luvas!
Advogada (tranqüilamente...) : - Como vê só tem alguns papéis.
Sargento: - Abra o porta-malas!
Advogada: - Certo, aqui está... como vê, está vazio.
Sargento (constrangido): - Deve estar acontecendo algum equívoco, o meu subordinado me disse que o senhora não tinha habilitação, que não era o dona do carro pois o tinha roubado, com um revólver que estava no porta luvas, de uma mulher cujo corpo estava no porta malas.
Advogada: - Só falta agora esse sacana dizer que eu estava em alta velocidade

maio 23, 2010

Fim de Namoro de Um Advogado

Prezada Cristina de Albuquerque Pereira Lima da Silva e Souza! Face aos acontecimentos referentes ao nosso relacionamento, venho por meio desta, na qualidade de homem que sou (apesar de V. S. não me deixar demonstrar, uma vez que não me foi permitido devassar a vossa lascívia) retratar-me formalmente de todos os termos até então dirigidos à sua pessoa, o que faço com supedâneo no que se segue:

A) DA INICIAL MÁ-FÉ DE VOSSA SENHORIA:

1.1. CONSIDERANDO que nos conhecemos numa festa, e que, ainda antes de perguntar o seu nome, me foi permitido beijá-la;

1.2. CONSIDERANDO o seu olhar lascivo enquanto dançava na pista, esperando que eu me aproximasse;

1.3. CONSIDERANDO que, com os beijos calorosos que trocámos naquela noite, V. Sa. me induziu a crer que em breve estaríamos explorando os nossos corpos em incessante e incansável actividade sexual;

B) DOS PREJUÍZOS EXPERIMENTADOS:

2.1. CONSIDERANDO que fomos ao cinema e fui eu que paguei as entradas, já para não falar no jantar após o filme;

2.2. CONSIDERANDO que já levei Vossa Senhoria às discotecas mais badaladas e caras, sendo certo que fui eu, de igual sorte, quem suportou os gastos;

2.3. CONSIDERANDO que até à praia já fomos juntos, sem que Vossa Senhoria gastasse um cêntimo sequer, e que se recusou a vestir o biquíni alegando que estava muito vento;

C) DAS RAZÕES DE SER DO PRESENTE:

3.1. CONSIDERANDO QUE, até à presente data, após o longo prazo de duas semanas, Vossa Senhoria não me permitiu tocar nos seus órgãos genitais;

3.2. CONSIDERANDO QUE, em última análise, Vossa Senhoria ainda não me deixa sequer encostar a mão na sua cintura com a alegaçãozinha barata de que sente cócegas;

D) DECIDO, SOBRE O NOSSO RELACIONAMENTO, O SEGUINTE:

4.1. Vá até à mulher de vida airada que por acaso também é sua progenitora, pois eu já não sou mais um ser humano do sexo masculino que usa calções, e a actividade sexual não é para mim um lazer, mas sim uma necessidade premente.

4.2. Não me venha com "colóquios flácidos para acalentar bovinos" (conversa mole pra boi dormir) de que pensava que eu era diferente.

4.3. Saiba que vou processá-la por me iludir, aparentando ser a mulher dos meus sonhos, e, na verdade, só me fez perder tempo, dinheiro e deitar elogios fora, além de me abalar emocionalmente.

Sinceramente, sem mais de momento, fique com o meu cordial 'vá levar bem no meio do orifício rugoso localizado na região ínfero-lombar de sua anatomia' que este relacionamento já inflou o volume da minha bolsa escrotal! (encheu o meu saco)!

Dou assim por encerrado o nosso relacionamento, nada mais subsistindo entre nós, salvo o dever de indemnização pelos prejuízos que me foram causados.

maio 13, 2010

Advogado Recém-Licenciado

Um advogado recém-licenciado abre um escritório num luxuoso prédio no centro da cidade. Depois de alguns dias, irrita-se com a falta de clientes.
Finalmente vê um homem entrar e rapidamente pega no telefone, fingindo estar a falar com alguém:
- Ah, foi? E o que é que lhe disseram? Que somos os melhores? Bom, talvez tenham exagerado um pouco. Muito bem, mas não vamos comparecer à sala de tribunal pois confiamos esses assuntos à nossa equipa de auxiliares. Está tudo providenciado. Pode deixar que uma das nossas secretárias fica em cima do assunto. O advogado desligou e voltou-se para o homem.
- Em que posso servi-lo?
- Em nada. Sou técnico da companhia dos Telefones e vim ligar o telefone.